domingo, 18 de agosto de 2019

Que a justiça seja feita!

Quando lembramos da história de Barrabás e Jesus surge muitos sentimentos dentro de nós, mas há um que com certeza é comum, o desejo de justiça. Até mesmo aqueles que nem conhecem bem a história ou não crêem em Jesus, saberiam que esse fato narrado gera indignação pela a forma como ambos foram julgados.
Segundo o costume da páscoa eles soltavam um prisioneiro, e provavelmente sempre seria um malfeitor dentre outros malfeitores. Mas ainda assim, quais seriam os critérios usados pelo o povo para conceder a liberdade a alguém? Crime mais leve? O que seria um crime mais leve?
Que fator existe para que eu não entregue um amigo ou que eu corrija um desconhecido? O que faz com que eu puna alguém, mesmo que a ame?
De onde tiramos o nosso conceito sobre o que é certo ou errado? Bom ou mau?

Isso é crucial pra tudo mundo!
Islâmicos matam por que acreditam que estão cumprindo um dever, segundo a fonte da concepção que eles têm, daquilo que é correto ou não.
Por mais que a Lei das suas consciências digam algo, eles são preenchidos com a certeza de estarem prestando culto ao divino, cumprindo assim a satisfação da sua fé sobre a definição do bem e do mal.
Isso é caótico.

Ouvi uma pessoa dizer: eu não faço mal ao próximo e nem a Deus. Eu fumo e bebo no meu canto, só faço mal a mim mesma.
Outra diz: é bandido? Pois foi bem feito, eu teria cortado a mão e não somente os dedos.
Uma terceira exclama: estupro? Pena de morte!

Cada pessoa tem um senso do que é justo ou injusto. E isso depende da verdade que ela encontrou na vida.
Não ter um alvo que seja absoluto leva muitas pessoas a um poço de confusões e desatres. Ficam uma vida inteira cambaleando e tropeçando no bem e no mal.

Lembrando a cena da condenação de Jesus verificamos que Jesus era inocente segundo a Lei dos Judeus e a Lei Romana que subjulgava Israel na época. Nada ele descumpriu para receber morte e nem ao menos uma prisão. Já Barrabás havia sido preso devido um homicídio cometido numa rebelião - possivelmente contra Roma. No Evangelho de João diz que ele também era assaltante. A gente sabe que eles não usaram os critérios das Leis para julgar o Jesus. Foram persuadidos pelo os fariseus para o crucificarem.
Mas usei esse episódio, pois sei que isso manifesta revolta por ver um inocente sendo condenado e um homicida sendo liberto. É de senso comum.

Venho trazer uma reflexão a respeito do senso da Justiça de Deus!

A justiça é um debate amplo no meio dos filósofos e entre outros estudiosos. Muitos podem dizer que é ousadia minha falar sobre isso, mas vou falar o que encontrei nas Escrituras sagradas.

Algo unânime nos entendimentos sobre o que é justo ou não, é que "justiça é dar a alguém o que lhe é devido." Seja liberdade, prisão ou restituição. 
E a Lei é quem dita as coisas que precisam ser cumpridas, para que a justiça seja alcançada.

Jesus que veio para cumprir a Lei como ele disse, falou que a essência de toda a Lei se resumia em dois mandamentos. Amar a Deus e amar o próximo.
Se o mandamento é amar podemos entender que Deus criou o homem para amar e ser amado. Pois se o cumprimento da Lei é justiça, e o mandamento é amar...

Sendo assim...
  1. O que é devido ao homem? Amor.
  2. O que é devido a Deus? Amor.
✔️Justiça segundo Deus é amar.

I João 3:4 diz: Todo aquele que comete pecado transgride a Lei, pois o pecado é a transgressão da Lei.
Verso 10 diz: Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do Diabo: quem não pratica a justiça não é filho de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão.

Ou seja, Jesus veio para nos salvar da condenação por causa do pecado. E aí fala que pecado é transgredir a Lei. E qual é a Lei? Amar.
"Amar o seu irmão" no verso 10 não está como uma segunda coisa, mas sim como uma coisa só. Aquele que diz que é filho de Deus e não consegue amar, ainda não nasceu de novo. Pois quando alguém nasce de novo espiritualmente ela recebe o Espírito Santo que é o próprio Deus. Ele passa a habitar dentro dela e a mesma fica sob a Lei do Espírito de vida. Ela recebe a capacidade de vencer o pecado, que é transgredir a Lei, que é amar. Está lá em Romanos 8.

Muitos cristãos dizem querer fazer a vontade de Deus, mas não enxergam que a vontade de Deus é que pratiquemos a justiça, após recebermos a Justiça de Jesus, conquistada na cruz. No texto anterior Lugar Santíssimo eu abordei o sacrifício de Jesus e expliquei a Justificação. Eu só quis agora abordar a questão da justiça que devemos praticar depois que nascemos de novo.

Não é algo que você deve fazer agora por que é cristão. Ritual ou liturgia. Mas é o que João explicou nas suas cartas. Que aquele que é verdadeiramente filho de Deus, que nasceu de novo e realmente recebeu o Espírito Santo produz naturalmente. Através dessa comunhão com Deus ele é capacitado a praticar a justiça, sabendo que nunca poderá se assegurar nela, mas sim na que Jesus conquistou na cruz. E que o único motivo dele conseguir amar é por que está unido a Cristo.

"Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; sem mim nada podeis fazer" João 15:5

O objetivo do Criador sempre foi relacionamento e não regras de convivência. Os estatutos, mandamentos, preceitos e ordenanças que ele entregou ao povo judeu foi devido a impossibilidade de relacionamento com eles. E para que o pecado fosse manifestado. Pois como Paulo explica, só sabemos que algo é pecado, ou seja, transgressão da Lei, quando se existe uma Lei. Mas só viam a letra do "não faça isso ou aquilo", não enxergavam o propósito de Deus de amarem a Ele e ao próximo. Eram cartas de amor. Recomendações para o povo amar.

Peguem isso e apliquem a qualquer situação. Desde a mentira que gera dor, decepção e desconfiança, até um estupro que pode gerar revolta e homicídio. Se eu amar a Deus não vou ser idólatra, não vou tomar seu nome em vão... Se eu amo ao próximo não cometo nada que possa prejudica-lo emocionalmente, espiritualmente ou físicamente. Não podemos se alegrar ou desejar o mal a um assassino, pois "o amor não se alegra com a injustiça..." (1Coríntios 13:6). Nem a nós mesmos podemos causar o mau. Igual a conversa que bebo e fumo no meu canto.

I João 4:16 diz: E nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor. Quem está em amor está em Deus, e Deus nele.

Sendo ele o próprio amor. Como podemos querer tratar a prática do amor como um tema avulso e aleatório? Como se fosse algo pra pregar num púlpito só de uma vez ou outra, pra controlar uma situação recente de confusão ou desordem entre os cristãos? Ou sobre não amar o dinheiro, dizimar e dar esmolas?

Pra finalizar quero deixar esses versículos que amo de Miquéias 6:6-8
Com que me apresentarei ao Senhor e me inclinarei ante o Deus excelso? Virei perante ele com holocaustos, com bezerros de um ano?
Ele se agradará de milhares de carneiros, ou de miríades de ribeiros de azeite?
Darei meu o primogênito pela minha transgressão?
O fruto do meu ventre pelo o pecado da minha alma?
Ele te declarou, ó homem, o que é bom. E o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, ames a misericórdia e andes humildemente com o teu Deus?

domingo, 23 de junho de 2019

Lugar Santíssimo



“Portanto, irmãos, tendo ousadia para entrar no Santo do Santos, pelo sangue de Jesus, pelo o novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo o véu, isto é, pelo o seu corpo, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus.” Hebreus 10:19-21.

A regra espiritual é: quando se peca deve haver punição para se cumprir a justiça. Antes se “colocavam o pecado” em um cordeiro e o mesmo era sacrificado sofrendo a punição do pecado da pessoa, que era a morte.
Sempre deveriam fazer os sacrifícios para serem perdoados os pecados. Isso era para o povo interpretar da seguinte maneira: por causa do caráter justo de Deus ele não poderia deixar o pecado sem punição. Era algo além de um capricho dEle; por Ele ser justo não podia praticar a própria injustiça deixando sair ileso alguém que praticasse o pecado. Se fizesse isso estaria negando a sua própria natureza.

O problema de muitas pessoas é esse; acham que a lei de Deus é só uma lista de coisas medonhas que Ele fez por capricho, pra nos prender e nos fazer infelizes na dificuldade de cumprir tudo. Não comer isso, não cortar o cabelo da seguinte maneira, tirar o bacon da alimentação... enquanto que o verdadeiro sentido de tudo aquilo que Ele colocou como lei, era para que o homem pudesse se aproximar dEle.
O cordeiro deveria também, ser fisicamente perfeito, sem doença ou aleijo. Para cumprir o caráter santo de Deus, ou seja, separado do pecado. Se o cordeiro não fosse imaculado o sacrifício não era aceito e não cumpriria a justiça, para perdoar o pecador e deixa-lo perto de Deus. Simbolizava a santidade.

O homem nunca conseguia plenamente cumprir esses dois requisitos para se relacionar novamente com Deus, santidade e justiça. Foi quando o próprio Deus preparou desde a eternidade um cordeiro que seria imaculado, que cumpriria na sua vida a santidade de Deus trazendo a possibilidade da metade do caminho para a reconciliação com Deus. Jesus foi santo em tudo o que viveu, foi tentado, mas em tudo venceu. Na tentação da carne, na soberba da vida e na concupiscência dos olhos. Pedras em Pão, pináculo do templo e riquezas da terra. Lembram?

Na morte satisfez a outra metade: a justiça. Quando num ato soberano de Deus foi colocado os pecados de toda humanidade em cima dEle. Pagando o preço devido do pecado, que era a morte. Cumpriu a santidade na vida e a justiça na morte. As duas coisas necessárias para que a humanidade pudesse se achegar a Deus e reconciliar. O entendimento de que ainda precisamos fazer isso ou aquilo para sermos salvos é totalmente errado, penoso e destruidor. Pois a salvação só Jesus pode dar, pois foi Ele quem a conquistou na sua missão como cordeiro sacrificado. Os pecados do mundo todo foram perdoados. Desde Adão até o ultimo ser humano que vai existir.

A pregação da salvação é que as vezes sai distorcida, fazendo muitos acharem que as boas novas são uma religião onde você receberá um rótulo, um monte de coisa pra cumprir, oração, leitura de bíblia, jejum e outras mais atividades espirituais, para se achegar até Deus e ganhar a salvação. Quando é totalmente o contrário.
Significa que Jesus fez tudo o que nunca poderíamos fazer e que através da fé na obra que Ele fez, podemos nos voltar para Deus e se relacionar com Ele, sem nenhum medo de ser fulminado por sua santidade ou morto por sua justiça.

Ser salvo do que? Da consequência de uma vida pecadora que me afastará de Deus hoje e eternamente. Pois chegará um dia que aqueles que não buscaram em Jesus o que Ele conquistou na cruz, receberá o salário do pecado. Em Jesus eu posso ser salvo da condenação. Então por isso que diz: Jesus morreu na cruz pra me salvar!

A dívida foi paga para todos, todos, sem exceção! Mas nem todos querem aceitar o perdão pela fé. Nem todos querem receber o sacrifico consumado para serem aceitos. “Ora, onde há perdão de pecados, não há necessidade de sacrifício pelo o pecado.” Hebreus 10:18 Não precisamos fazer absolutamente nada para sermos salvos, pois Jesus já fez! Essa é a JUSTIÇA MÁXIMA. O sangue de Jesus nos purifica de todo pecado.

EIXO

Não posso fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? Diz o Senhor. Como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel. Jeremias 18:6 O que fez o oleiro? Ele quebrou o vaso? Mudou de ideia sobre a obra e decidiu moldar com outro designer? Descuidou-se levando tudo a perder? Todos essas situações poderiam acontecer com qualquer oleiro nas emoções e condição respectivamente: ira, indecisão e inaptidão. Porém, devemos lembrar que se tratando de Deus, não estamos falando de um oleiro qualquer, levado por suas emoções oscilantes e desenfreadas. A ira divina é movida pelo seu incondicional amor, quando seus filhos e criaturas seguem seus corações cheios de engano, trazendo consequências dolorosas e densas confusões sobre si. Então, até quando Ele se ira a volição é um sentimento nobre. Indeciso e inapto? Até parece brincadeira perguntar. O Senhor mandou Jeremias no oleiro certo, fazendo a obra da forma que Ele queria mostrar e que representaria o próprio Deus. A cena que o profeta presenciou foi maravilhosamente simples. Mas mesmo assim, ainda muitos cristãos interpretam de forma errada. Acho que isso se dá por causa dos versículos seguintes, que falam sobre: não conversão que traz a destruição Vs conversão que resulta em edificação. É triste a maioria das pessoas quererem separar o mundo em crente e descrente, justo e ímpio. Na verdade, a bíblia estar repleta desse assunto e existe mesmo essa separação. Mas quando digo de pessoas querendo “separar o mundo”, falo da intenção que as mesmas demonstram ter. Ao pregarem sobre justificação elas atentam para suas obras e para as dos outros que não tem confissão de fé. Esquecem-se que o maior ato de justiça que os sustentam perante o Pai celeste, é a de Jesus crucificado e não suas boas obras. Levando-os a acreditarem que o Senhor odeia e castiga o malvado e ama o homem piedoso trazendo bonança. Já outro grupo, têm Jeremias 18 como parábola dos seus sofrimentos e aperreios na terra, que seriam uma forma do Senhor moldar o crente, ou como dizem, ser quebrado e deixado ao pó, ser tratado por Deus, provado, Deus pesando a mão dEle, afilando o crente pra entrar na porta estreita. Não sei o que é pior para uma alma; Acreditar que suas obras a deixam justas e desprezar o próximo que não tem muita caridade, ou viver como se nunca fosse ser feliz, por causa de um Pai que não sabe uma melhor forma de educar um filho seu, ensinando na base da porrada! Entre um entregador de medalhas e um crítico culinário que nunca se agrada totalmente de um prato, Deus sempre será o equilíbrio dos dois. Por isso que conhecer o caráter e atributos de Deus são importantes, para entender quando ele agir de determinada forma. Nós já temos a mania de julgar os outros pelas as atitudes e nós pela a intenção. Fazer isso com Deus é bem mais desastroso e ruim. A maioria de nós temos uma concepção de bom e mau baseada nas coisas que nos dão prazer ou dor. Mas nem sempre a dor é ruim, ou o prazer traz o bem. Quando não investigamos a vida ou examinamos as Escrituras Sagradas, ficamos dependendo da sorte, a mercê de bocas alheias, ideologias esquisitas, e pensamentos vãos e incertos de homens e mulheres, que seguem seus próprios entendimentos, consagrando a si mesmos ou por outros como mestres do engano e da heresia. Respondo então a pergunta: o oleiro não quebrou o vaso. “O vaso, que ele fazia de barro, porém, se quebrou na sua mão. 18:4a”. Ele não mudou de ideia e mostrou capacidade. “Pelo que o oleiro tornou a fazer dele outro vaso, conforme bem lhe pareceu. 18:4b”. Por qual motivo o vaso se quebrou? Na aerodinâmica da fabricação de um vaso, ele deve permanecer no centro da roda. Enquanto ele gira sobre ela, há pressões de ventos fora e dentro do barro, enquanto a mão da pessoa vai dando forma a obra. Se o vaso sair do centro nesse ínterim a deformação acontece. Quando o Senhor fala sobre trazer o mal ou o bem sobre uma nação que pratica a lei ou deixa de cumpri-la, ele está dizendo que tais atos terão as suas devidas consequências. Que ao sair do centro da vontade dEle, a destruição era o destino. O jeito dEle falar pode soar como um castigador cruel. Pode dar a entender que Ele compra as pessoas dando bênçãos para não saírem de perto dEle e amaldiçoando os que ousarem não demonstrar amor e reverência. Ele disse: “Não posso fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? 18:6ª”. Qual foi a ação do oleiro? Foi jogar o barro fora? Desistiu? Não. Ele fez tudo de novo e melhor. O trabalhar de Deus na vida dos seus filhos não acontece no quebrar, mas sim no moldar. Como ele poderia então não se agradar do vaso enquanto estava sendo moldado? Pois é Ele que dar a forma e faz como ele achar melhor. A questão do quebrar como já lemos, tem que ver com o barro não está no eixo da roda. Em nenhum momento ele fala que o oleiro não se agradou da obra e a destruiu para fazê-la novamente. Que Deus é esse que não se agrada do seu próprio moldar? Ou faz algo e depois destrói pra fazer melhor? precisamos de discernimento do Espírito Santo para entendermos e enxergarmos além da letra que mata, e passar a compreendermos o espirito da lei. Os justiceiros dizem que Deus quebra alguém, quando pecar ou tomar uma atitude fora daquilo que Deus quer ou mandar. Ai daquele que não entregar o que Jeová mandar. Ai daquele que cometer isso ou aquilo. O Senhor manda praga, peste, o devorador. Dizem que o Oleiro de repente se ira por causa da forma do vaso e o quebra. Os autos-flageladores transformam todo sofrimento ou adversidades em provação e tratamento divino. Mesmo quando os próprios autores do cenário difícil são eles mesmos. Buscam até na Palavra algo para fundamentarem suas situações e botarem a culpa no Criador, mas sempre dizendo que é por uma boa causa, e o fim é fazer eles tomarem vergonha na cara e mudarem. Dizem que o Oleiro não se agradou do moldar e quebrou pra fazer tudo de novo até ficar bom. Essa história de “todo mundo vai ter uma interpretação diferente da bíblia, eu tenho a minha opinião e você tem a sua” vai levar todo mundo pra lugar nenhum. E leva, pra longe da verdade de Cristo e pra negritude de uma fé confusa e infrutífera. Temos que ser ensinados pelo o próprio Deus! Temos que conhecer a voz do Bom Pastor. Pregações de hoje em dia são mais pra gente filtrar o que é bom do que viver completamente o que a pessoa ensina. Pois quando você começar a ouvir várias versões sobre a mesma história, ficará difícil de acreditar em alguém, principalmente de saber a verdade pura. Não corra atrás de homens. Não receba todo tipo de ensino. Nem ao menos leia a bíblia com as lentes erradas que alguém te deu ou que você mesmo fabricou. Seja guiado pela a voz inconfundível do Espírito Santo. Nós nos quebramos quando deixamos de estar no centro da roda chamada vontade de Deus. As vezes no meio da aerodinâmica de ser moldado pela a Palavra de Deus os ventos exteriores nos atrai para longe, as riquezas, os prazeres, a maldade; e os interiores nos fazem pensar estar indo para o centro da roda, mas percebemos estar no centro de nós mesmos e das nossas vontades egocêntricas. As consequências da deformação é o medo, a mágoa, suicídio, ira, destruição... Deus sempre vai agir como o Oleiro, refazendo o vaso. Israel falou: “Eles, porém, dizem: Não há esperança. Após as nossas imaginações andaremos; cada um fará segundo o propósito do seu coração maligno. 18:12” O Senhor respondeu: “Contudo, o meu povo se esqueceu de mim. Queimando incenso aos ídolos vãos, os quais fizeram tropeçar no seu caminho, e nas veredas antigas, para que andassem por atalhos, por estradas não aplanadas. A sua terra será um espanto e uma zombaria perpétua; todo aquele que passar por ela se espantará e meneará a cabeça. Como vento oriental os espalharei diante da face do inimigo; mostrarei as costas e não o rosto no dia da sua perdição. Não há como o oleiro continuar a obra sem o barro no eixo. Eu gostaria de falar sobre o barro que ainda está no chão e que nem subiu na roda. O problema de muitos é porque ficam perdidos no meio da confusão dos justiceiros e autos-flageladores. Tem o moldar do Oleiro como algo difícil ou penoso. Mas a Palavra do Senhor diz em “Romanos 7:12 Portanto, a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom.” O Filho de Deus já cumpriu os requisitos de Santidade e Justiça para te aproximar do Criador. O mandamento é bom e não tem intenção de te quebrar ou te amassar várias vezes. Ele te molda a novamente para aquilo que você nasceu para ser: Imagem de semelhança de Deus. Apenas isso. Pra terminar quero dizer aos vasos que desprezam o barro as vezes, esquecendo-se que eles também já foram sem forma. Não julgue a ninguém, pois a única diferença entre você e o outro é que estais em cima da roda, mas tu és barro igual o teu próximo, és pó e ao pó voltarás. E também compreenda que cada um daqueles que estão na roda tem um tempo diferente do seu para ficar pronto!

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